Este é o blogue do Nuno Gomes, mau futebolista mas incrível jogador de campo minado. Se não quiseres comentar publicamente, não hesites em escrever para aulasdeviolino@lsi.pt. Para consultas urgentes, contactem-me no messenger com aulasdeviolino@hotmail.com. Os meus livros para troca.
domingo, janeiro 02, 2005
LEITURAS 2 de Janeiro de 2005
O que tenho lido:
o resto da minha alegria, Valter Hugo Mãe. É a semana da poesia, por cá.
o tempo mais puro, Isabel Coelho dos Santos. A poeta é da Maia, a poesia inesquecível.
Amor de Soldado, de Jorge Amado. Peça de teatro de cariz histórico.
Complete Prose, de Woody Allen. Colecção de toda a prosa que Woody Allen escreveu entre 1960 e 1990.
Un Viejo que leía Novelas de Amor, Luís Sepúlveda. É bom, mas com aquele eco de Gabriel García Márquez sempre a soar no fundo.
(Noites Brancas), Fiódor Dostoiévski. Novela na inevitável São Petesburgo. Um pouco mais onírico que o habitual de Dostoiévski.
Un Coeur Simples, Gustave Flaubert. Novela que mostra com alguma desenvoltura a sua época.
Uma Família Inglesa, Júlio Dinis. É no Porto e é bonito.
The Bend in the River, V. S. Naipaul. Um dos autores incontornáveis da contemporaneidade.
Sonhos, Raul Brandão. Colectânea de textos do grande escritor.
Idiot, Fiódor Dostoiévski. É, juntamente com Crime e Castigo, uma das obras primas de Dostoiévski.
Vinte e Zinco, Mia Couto. O motivo é o Moçambique do 25 de Abril, mas parece-me cada vez mais que Mia Couto não precisa de motivos para escrever bem.
Borges e os Orangotangos Eternos, Luís Fernando Veríssimo. É o meu cronista preferido, e o romance não desilude, muito pelo contrário.
Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago. Dá que pensar, mas a escrita não é especialmente apelativa.
(Diário), Anne Frank. Envolvente.
A Farewell to Arms, Ernest hemingway. Será redutor dizer que, naquele estilo, o Hemingway é o maior. Afinal, foi ele que criou o estilo.
O que ando a ler:
Delirious New York, Rem Koolhaas. Arquitecto da Casa da Música, é também um fantástico teórico da arquitectura. A sua ideia de cidade genérica deve ter nascido na Big Apple.
Don Quijote de la Mancha, Miguel de Cervantes. Este está para durar. Tem mais de mil páginas.
Os meus Problemas, Miguel Esteves Cardoso. Também está para durar. Tenho-o na casa de banho, um pouco esquecido.