coisas do gomes
Este é o blogue do Nuno Gomes, mau futebolista mas incrível jogador de campo minado. Se não quiseres comentar publicamente, não hesites em escrever para aulasdeviolino@lsi.pt. Para consultas urgentes, contactem-me no messenger com aulasdeviolino@hotmail.com. Os meus livros para troca.
sábado, abril 10, 2004
 
CRÓNICAS
carnaval em Viseu III

Hum, tenho de acabar isto quanto antes, já chega de atrasos. Hoje vou falar-vos da minha estadia em Barcelona.

Já fui várias vezes a Barcelona. A primeira há quatro anos, três dias, a segunda há dois anos, 3 horas, a terceira em Setembro, dia e meio. Todas estas estadias (incluindo a de três horas) foram frutuosas, foi tempo bem gasto, sempre a explorar, sempre a descobrir coisas novas. Desta vez estive mais tempo a mongar ou a dormir que outra coisa. O estranho disto é que gostei! Como já vos tinha dito (ou não, não importa), fiquei na casa da Mafalda (ou myfalga ou myfralda ou mafralda, depende da disposição) (já vos disse que ela é a minha melhor amiga? é verdade), que fica na Gràcia. Sim, eu sei que Barcelona é o Ensanche, é a projecto do Cerdá, são os quarteirões todos iguais com os cantos cortados. A Gràcia (que é anterior ao Ensanche, obrigado Mafalda) não é nada disto. Do Ensanche mantém talvez a ortogonalidade, pouco mais, a densidade será semelhante, os prédios são mais baixos mas as ruas mais estreitas. Se o Ensanche é modernidade, é a Barcelona do postal, é a Catalunha, a Gràcia é um bocado mais Espanha, um bocado mais desordenada, mas muito mais vivida. A minha definição de cidade. Ruas estreitas e iguais desenbocam em praças e pracinhas e pracetas, que se vão sucedendo uma a uma, num ritmo desigual e por isso ainda mais humano. Poucos carros, muitos peões e bicicletas, muita vida e lojas e estações de metro e um pouco de tudo, e tudo perto. E árvores nas praças, e bancos e quiosques, gente a passear e nenhuma pressa em chegar aos sítios, apenas gosto de viver. Tudo isto dentro de uma cidade cosmopolita e grande como Barcelona não é nada comum. Quando se anda neste pedaço de cidade, quando a rua acaba e se entra em mais uma praça, tem-se a ideia duma aldeia, um sentimento de vizinhança que se entranha facilmente. Nasce a vontade de fazer parte daquilo tudo, de fruir sempre daquela cidade com tanto para oferecer e tantas pequenas e grandes surpresas. Tenho de arranjar uma desculpa e ir viver para Barcelona, quanto antes.




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