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Este é o blogue do Nuno Gomes, mau futebolista mas incrível jogador de campo minado. Se não quiseres comentar publicamente, não hesites em escrever para aulasdeviolino@lsi.pt. Para consultas urgentes, contactem-me no messenger com aulasdeviolino@hotmail.com. Os meus livros para troca.
quarta-feira, janeiro 28, 2004
RECORRÊNCIAS tatuagens Sou, sem dúvidas, um tipo fácil de convencer. Não me conseguem fazer mudar de opinião, não é isso. Sou um tipo obtuso, não mudo de opinião. Raramente dou o braço a torcer. Estou a falar de quando alguém me vem chamar para beber um copo e tenho alguma coisa para fazer no dia seguinte. Se insistirem suficientemente, eu vou. Nunca esqueço o que tenho para fazer, mas vou. A minha sorte foi ter até agora pessoas à minha volta pouco chatas, e relativamente trabalhadoras. Senão estava perdido. Isto tudo por causa das tatuagens. Sempre tive um fascínio especial por elas, mas raramente vejo uma que me agrade. Acho que estou mais apaixonado pela ideia do que pela própria materialização. Deixar marcas no corpo do que vai passando. De amores e desamores. De tempos e contratempos. Como um diário, como uma tela. Já me disseram 'e se depois queres tirar', 'e se te arrependes', bla bla bla. Se achas que te podes arrepender, não há tatuagem para ninguém. Tatuagem é para gente que sabe o que quer, e não para gajos indecisos ou que vão na corrente. E, se correr mal, podes sempre tirar. Não é uma coisa que te estrague a vida. Já pensei seriamente em fazer uma tatuagem, e continuo com a ideia. Acho que nunca fiz uma porque nunca tive um amigo tatuado, ou porque ninguém me convenceu a ir fazer. É como qualquer outra coisa, à distância pode parecer medonho, mas não é. Lembrei-me disto tudo por causa da Averbuck. Ela tem montes de tatuagens que apenas acentuam a sua sensualidade. A mulher é um espanto.
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